Beija-me as mãos


Beija-me as mãos
Ainda quentes
Que tenho pavor
De te perder!…
…e nestes portões de ferro
Cerrados a madrugada
Anseio tua boca.
Partilhar este cálice de sangue
Que o Destino nos soube
Doar
Ir além do sémen
E transbordar silêncio
De nós.

© Célia Moura – A publicar
(Antoine de Villiers Painting)

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