Anoiteço


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No teu grito Irmão,
Nos olhos tão tristes dos teus filhos
À deriva
Deste nosso Atlântico
Num transe absurdo e lúcido
Onde as marionetas
Parecem ter alma
Em que uma Ditadura
Parece regressar em glória!

Agradeço as tuas mãos
Entrelaçadas ao vento
Que tudo sabe
E aguardo o rejubilar
Do Sol
Num dia que há-de amanhecer
Vitória!

© Célia Moura – (A publicar)
(Imagem – “Google”)

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