No Poema Do Teu Rosto


971258_475081829242311_878364412_n (2)No Poema Do Teu Rosto
No poema do teu rosto
Constroem-se esculturas
Trilham-se caminhos
Grita a poesia como quem ousa morder-lhe o sangue.

No poema do teu rosto
Crescem pinheirais
E os amantes são felizes.

Correm como labaredas
Pelos olhos das estrelas
E embriagam-se de volúpia
No cântico dos teus lábios.

© Célia Moura – A publicar “No hálito de Afrodite”
(Imagem – Obra de Patricie Murciano)

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