PARTIDA


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Se não me quebras este genial transe
Nem sacias minhas entranhas
Na insónia do desejo
Onde inauguro grinaldas de flores
Nos mamilos do porvir,
Se não me calas o grito
Nos vales do silêncio,
Deixa-me só!
Entre os estilhaços do tempo
Sentada junto ao mar
Sublimar-se-ão todos os excessos
Serei paz,
Serei fado,
Promessa uterina de maresia,
Rendição!

© Célia Moura – Poesia
(Jean Paul Bourdier Photograhy)

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