Nem exaltações de pele, nem amoras frescas…


107107Nem exaltações de pele, nem amoras frescas…
A todos por igual.

© Célia Moura

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Um pensamento sobre “Nem exaltações de pele, nem amoras frescas…

  1. Das mãos sedendas de amor
    Dos lábios ávidos pelo beijo
    Da pele que pede por pele
    No seu mais exato contexto
    Alma tão nobre se esconde
    No corpo que abre o plexo
    Esquendo todo preconceito
    Libertando todo complexo
    Um corpo por cima do corpo
    Corpo concavidade corpo convexo
    Se entrega a volúpia do amor
    Expondo com dolo o seu sexo
    E as diferenças se acabam
    Quando os corpos se atrai
    No fundo, bem fundo na pele
    Nós somos todos iguais…

    Dalmo de A Sérgio

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