Estão bocejando lobos em matilha


10354890_848721971878293_1570490109928949837_nEstão bocejando lobos em matilha
Outrora adormecidos nos braços da ternura
E como é suave acariciá-los neste caos onde me mordem as maçãs do rosto.
Esse rosto que beijaste,
Teu retrato de alegoria brindando poesia numa tela de Renoir.

Bebe vermute meu amor, bebe licor de uva
Guarda só a beleza
Não me esperes
Porque há muito que parti
E nunca deste por isso.

Bebe meu amor, bebe…
Mas embriaga-te em tudo o que bebas, em tudo o que comas,
Em tudo o que faças!
Só depois poderás saber o que é dizer:
Loucura é minha Mãe
Operário foi meu Pai
E desobedecer!

© Célia Moura poesia (27/06/2015)
(© Todd Wall Photography)

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