Eterna


10712824_724148027669022_929753411871070853_nEterna
A penumbra que derramaste
Entre os meus dedos,
E o verde desses olhos,
Morena
Na enseada onde o devaneio dos corpos
Ia repousar em tempos idos.

Eterna
A voz que ecoaste neste silêncio.
Mulher amada,
Inventando a maresia
Num recanto sombrio do meu quintal.

De chuva caída pelo rosto
E palavras rodopiando pelos cabelos,
Gritam planícies
Coragem
Na Despedida.

Direi ao mar que sempre virás.

© Célia Moura – a publicar “No Hálito de Afrodite” [23/10/2012]
(Firma Hananda Boedihardjo Photography)

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