Promessa


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E quando finalmente meu corpo
Em Primavera florescer
Para ti
Sequioso de vida
E minhas pernas queimarem o feitiço
Dormente dos teus flancos
Como uma tenaz em brasa
Saboreando odores
Doando néctares como licores,
Numa embriaguez prometida
Rebolando o êxtase da poesia
Nos teus braços
E aí me fizeres morrer
Te fizer morrer
E nos fizermos renascer…
Saberás amor que permanecerei.

Serei qualquer estação do ano
E antes que pronuncies meu nome
Te beijarei.

© Célia Moura, a publicar “No hálito de Afrodite” [03/04/2015]
(Alberto Pancorbo Painting)

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