Sou o pomar que te sustenta os poros


12734037_938021639580104_7228761220819723242_nSou o pomar que te sustenta os poros
Desse acutilante estilete
Ainda que jamais entendas
A exausta ribeira
Silenciando todos os desafectos.

Catarse?!

É por mim que gritas sempre que gargalhas e ninguém percebe nada!
O limite do absurdo amor e do exagerado renunciado
No adormecer das aves que trouxeramos
Rodopiando nas mãos
Alvoradas e estilhaços
Que só teus braços me serenam.

© Célia Moura poesia (11/02/2016)
(Denis Putilov Photography)

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