Se entardeces pelos beirais da cidade antiga


13254569_992288307486770_2978191597276550369_nSe entardeces pelos beirais da cidade antiga
É somente porque esperas
Os primeiros e os derradeiros barcos
Os risos, as lágrimas, as futilidades
O ciclo sempre igual que permanece.

Nas colinas do meu corpo
Ecoam tantas vozes no silêncio que perpetuaste
De fogo são as mãos
Que hoje me acariciam e redefinem
Os mamilos libertos ao tempo
Rasgando ventos
A Dama de Prata que me penteia os cabelos
Repousando sorrisos no útero
Das planícies.

© Célia Moura – (a publicar) 17.0V.2016
(© Leszek Paradowski Photography)

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