Estes longínquos campanários


13427990_1317766668236767_1748820846116048257_nEstes longínquos campanários
Ébrios de ausência,
São as vozes da infância
A renascer
Em transladados campos de mimosas doces.

E, é de noite
Que me saúdam boémias,
Vigilantes palavras
Numa aura de abandono,
Que não sei dizer.

© Célia Moura – in “Enquanto Sangram As Rosas…” – Ed 2010
(Ilustração – Campanário Ermida de Nossa Senhora do Ameal, ao pé do Choupal, junto à encosta de S. Vicente)

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