Minhas mãos


13528953_1324085147604919_3053189643903491753_nMinhas mãos
ainda espremem enigmas
dessa compaixão concedida
no auge da inquietação,
e quando teu nome breve
se esvai,
em ausência plena,
meu corpo não renasce,
permanece.

© Célia Moura – in “Jardins Do Exílio” – Ed 2003
(Imagem – “Google”)

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