Sei que hei-de parir das entranhas


10366316_636836983066794_9063433583695618326_n (1)Sei que hei-de parir das entranhas
orgasmos de loucura
no teu peito,
amado,
sal, tangos pelo soalho esculpido a pedra do soalho…
então, eleva-me em teus braços,
beija-me as palavras
que só meus olhos te dirão,
e em meus mamilos consagra essa tua tesão,
porque eu partirei.

Vou no voo das sete em pedaços.

Deixa que permaneça o jardim,
o meu mais negro olhar,
pois nele encontrarás germinação,
e quem sabe papoila
no teu coração.

© Célia Moura – A publicar “No hálito de Afrodite” 03/08/2013
(Carly Casey painting)

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