Estala-me o sangue


392983_252072818174993_190909258_n (1)Estala-me o sangue nas artérias dos dias
Enquanto meu grito
Se aconchega
Na tua boca de silêncio,
Nesses portões de madrugada
Que não se escancaram jamais…
Nas tuas mãos de ausência,
Em requintes de ousadia e quimera.

Estala-me o sangue nas palavras
Que jamais me serão permitidas,
Neste fel, vinho de desengano,…
…e no desejo absurdo de ti.

© Célia Moura – (a publicar) (04.Nov.2011)

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