NO HÁLITO DE AFRODITE


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Arautos de alento
Escorregam por erectos mamilos
De mel
No hálito de Afrodite
Enquanto teus dedos
Me devoram o ventre
Em apelo,
Ânsia de ti,
Em mim
Até soarmos firmamento,
Luz,
Sémen fundido
Na Flor do Tempo
Cujas pétalas me envolvem
A púbis
Em sussurros de silêncio.

© Célia Moura – A publicar “No hálito de Afrodite” (11.Out.2012)
(Imagem – Sergey Ivanov)

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