Repousa-me a vida


1800305_592589110824915_1767755642_n (1)Repousa-me a vida
Na árvore suspensa
Que Afrodite rodopia
Perante Teus sossegados olhos
Enquanto planícies gritantes, aflitas,
Prenhes
Das chuvas
Derramando preces
Como quem clama sorrisos
Ao sol
No altar dos Teus braços
Um odor a incenso
Inaugurado nesta réstia de mim
Este meu cansaço.

Repousa-me a vida num vitral de lua cheia
E na valsa das mariposas que sempre anoitecem
Nos meus cabelos.

© Célia Moura – a publicar (10.II.2014)
(Emanuelle Brisson Photography)

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