És a chuva de Maio


12036711_876492882399647_8447727252051358034_nÉs a chuva de Maio que brinca nos meus cabelos
O embrião que se aconchega
À essência do meu cheiro derramado
Nos lençóis de linho.

Meu grande amor,
Filho meu
Não tardes!

Aguardo-te
Desde o meu princípio ao fim de toda a poesia.
E trago uma açucena nos seios perfumada de esperança.

© Célia Moura
[Imagem – Pintura a óleo (desconhecida a autoria da Obra)]

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