Ainda me entrelaço no odor a linho


ainda-meAinda me entrelaço no odor a linho
como se fossem ancestrais os abraços jamais idos
permanecentes no musgo junto à Ribeira que ainda canta
com fulgor de menina.

Nós beberamos o Tempo, mas nunca foramos elixir!

Somos os estrangeiros que nos permitiram ser
ousando regressar para uma vez mais amar a essência,
saboreando voos de cotovia, nossa derradeira noite e teu primeiro dia de Mulher.

(©) Célia Moura poesia
(Emmanuelle Brisson Photography)

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