Nas vagas do meu amado mar


10151845_624956764254816_405371857154520031_n (1)Nas vagas do meu amado mar
nas arestas de uma rude pedra armadilhada
de sangue ou num deserto de atarantados escorpiões
esfaimados
sei que me ouvirás
ainda que minha voz que já foi grito
seja cinza espezinhada por este chão
que eu sempre quisera Primavera…

O mundo?!
Eu?!
Eu só existo nos Teus braços, e o mundo resume-se a esse teu Abraço.

© Célia Moura – (A publicar) (02/04/2014)
(Vladimir Volegov Painting)

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