Ensaio-me


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Como uma marioneta louca
E em cada queda
Sou mais louca
Ou menos louca
Mais digna
Ou menos digna de ti
Minha Mãe
A quem clamo
Vida
A quem clamo
O meu olhar de menina,
Da tua menina
Nesta cegueira Mãe
Que só eu sei.
Reajo plena
Imersa no condão das águas
Em fúria
Repreendendo a doçura do mel
Impressa nos teus afagos.
Ensaio-me
Poeta, malabarista…
Tudo e coisa nenhuma
Ausência Maior

© Célia Moura – (A publicar) (13.V.2012)
(Ilustração – Obra de Santiago Carbonell)

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