Liberta do teu cheiro


10403441_645711148846044_7581230637478671407_nLiberta do teu cheiro
Sinto-te nos seios
Qual essência
Abençoada e primeira

Liberta do teu sexo
Porém sempre invadida de Ti
Permito que me consumas
Até à Primavera
Amado meu

Liberta de ti,
Finalmente exausta…
Permito a valsa das rosas
Pelo jardim
Numa loucura de amantes
Sempre que abeiras
Ao varandim das palavras
O gesto de
Todos os silêncios.

© Célia Moura – A publicar “No hálito de Afrodite” (29 de Março de 2012)
(Pascal Chove Painting)

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