APENAS, OS GESTOS


13407052_1323241584355942_7492246126647741699_nAPENAS, OS GESTOS
Os gestos
que nascem de mim,
não são meus!

Trazem um odor de chuva,
uma promessa de luz e de azul,
uma ilimitada força uterina.

Os gestos, são como o Grito encalhado
no firrnamento…
…Um momento!

Talvez sejam da Terra,
ou do vento.
De uma doce melodia,
de um encantamento,
ou quem sabe,
de um lamento!

© Célia Moura – in “Jardins Do Exílio” – Ed 2003

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