Sei do pranto


sei-do-prantoSei do pranto
que te emerge
das entranhas,
como um segredo revelado
no sossego das estrelas,
sobre teus cabelos de luz
adormecidos na divina compaixão.

Connosco está a ternura a bailar entre os girassóis,
na clareira das manhãs,
que afagam a Dor do mundo
nos meus braços.

Connosco fica a voz da água,
o clamor mais terno,
das madrugadas!

© Célia Moura, in “Jadins Do Exílio” 19/05/2012
(Belovodckenko Anton Photography)

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