Deslumbrei-me no teu leito de cântaros


1255527_514248638658963_1860632934_nDeslumbrei-me no teu leito de cântaros
Onde dantes vinha morrer o enxofre do meu corpo
Em beijos de Chopin,
Musgo,
E clareiras de gritos que soaram de ti
Nesta Terra de sangue, sacrificio, mentira,
Meu doce licor,
Amada minha,
Bandeira içada ao meu tormento
Mestre de lamento,
Safira de esperma lançado ao Oceano da loucura
No teu corpo repleto de jasmim,
Ouso morder toda a poesia.

© Célia Moura – A publicar “No hálito de Afrodite” (24 de Maio de 2011)
(Ilustração – Carmelo Blázquez Jiménez Photography)

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