Deixa-me ficar pousada entre o teu corpo


10410155_765482040202287_1826773305094826005_nDeixa-me ficar pousada entre o teu corpo
E a água tombando pelos meus seios,
Enquanto o vértice da loucura nos alimenta
Na fronteira dos segredos.
E, ainda que eu queira despertar,
Não permitas,
Porque a poeira que baila entre os sentidos
Me apagaria da memória o som dos teus gestos.

© Célia Moura – (Menção honrosa – 3.º Prémio Literário Irene Lisboa – 2010 – Câmara Municipal Arruda Dos Vinhos) – In “Enquanto Sangram As Rosas…” 17.Jun.2011
(Antoine de Villiers Painting)

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