Seara Em Pleno Cio Despida


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Serei sempre essa tinta que escorre pela tua vitoriosa caneta de aparo,
Assim como o sorriso que nasce nos vales
Subindo suavemente pelo dorso da colina
Que não podemos vislumbrar da janela opaca dos olhos
Porém sentimos o odor do rosmaninho entre os dedos
E um pousar rubro de papoilas entre meus seios
Escorrendo mel.

Seremos todo o trigo ainda por plantar
Seara me dou como fêmea em pleno cio
Amado!

Sangue permaneço!

© Célia Moura, poesia a publicar (01/03/2016)
(Caras Ionut Photography)

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