Quando Te Deitares Comigo [VIDEO-POESIA]


Quando te deitares comigo
Quando te deitares comigo
não pises as camélias
que trago no olhar
e me afagam a púbis
neste vale encantado
de luxúria
entre lençóis,
nem beijes a nudez
do meu silêncio.

É tarde meu amor,
tão tarde.

Peço-te
que teu cálice transborde,
enlouquecidamente
a saudade
que me morde as entranhas,
enquanto eu…
…eu apenas trago corais nos sentidos
e asas nos pés.

© Célia Moura – in “No Hálito de Afrodite” – Out. 2018
(Juan Carlos Manjarrez Painting)

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