Entrevista – na Rádio Alfa, Paris (21.Nov.2018)


Aquando do lançamento de “No Hálito De Afrodite” – inclui poemas ‘declamados’

 

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Álvaro Giesta – “No Hálito de Afrodite” (poesia erótica) de Célia Moura


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Alvaro Giesta – 6 de maio/2019
Há um universo extravagante e fantasioso nesta obra. Quase sonhos perpétuos — o amar-se, o sentir-se amada. Poemas extremamente belos como “Urge enxotar-te do meu corpo”, ou como “Quisera eu ser teu âmago” onde, na exaltação ao corpo, o próprio “eu” se expurga do outro-eu ou do eu-outro, daquilo que o “outro” deixou de si em si, como se isto fosse um acto de purificação

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VICIO DA POESIA – Alguns poemas de Célia Moura


(c) viciodapoesia.com [Niki de Saint Phalle (1930-2002), São Sebastião ou Retrato do meu amor]

Há um explícito/implícito erotismo em muita da poesia de Célia Moura (1971) que faz mover a imaginação nos territórios onde a palavra cruza o frémito do corpo:

*
Entrego meu corpo
à rebeldia do vento.
Nele me dispo, danço
e descanso.

Escolhi para trazer ao blog alguns poemas onde o caminho para a evidência da ideia global se percorre no sinuoso da palavra poética, explosiva e iridiscente, virando faiscante incêndio, quais sejam o poema Promessa transcrito à frente, ou este:

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UMA HISTÓRIA DA CRIAÇÃO DA MULHER


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Para Célia Moura
“Quando só existia um homem, ele passava o dia inteiro a contemplar as belezas da natureza por todos os lados, para qualquer canto que olhasse o belo caía sobre seus olhos. Sem ter o conhecimento do bem e do mal, só enxergava a beleza, a mais pura, de manhã até a noite, dia após dia, noite após noite. Continuar a ler