Carta a Florbela


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Carta a Florbela
Quão grandioso sopro Divino te incendiou
E desventurou, ó “Poetisa Eleita”,
Magnífica princesinha banida
De Reinado tão distante!

Ninguém em ti,
O firmamento somente,
Em quimeras, sorridente
Gerado no Amor de tuas pálidas mãos acenando lamentos.
Ó cruel ascese,
Intangível revelação de Fim! Continuar a ler

PARA SEMPRE


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PARA SEMPRE
Imagino-te a ternura
e as lágrimas
que te emergem o Ser
como um secreto jardim,
revelado somente
no sossego das estrelas
em teus cabelos de luz,
adormecidos na divina imensidão.

Sei da essência
em que te celebrei Amigo,
constante gestação
meu irmão de Liberdade Continuar a ler